| MUSEU INDÍGENA PITAGUARY | -3.8721 | -38.5802 | PACATUBA/MARACANAÚ
| O Museu Indígena Pitaguary, localizado em Pacatuba, preserva e expõe a história, a arte e a resistência do povo Pitaguary, com acervo voltado à luta por território e cultura. É um espaço dedicado à valorização e à difusão da tradição indígena. |
| CASA DE APOIO PITAGURY | -3.8721 | -38.5802 | PACATUBA/MARACANAÚ | A Casa de Apoio Pitaguary é uma estrutura de suporte na Terra Indígena Pitaguary, hoje substituída por unidades mais novas, como a UBSI Pajé Barbosa, oferecendo atendimento e apoio à comunidade indígena da região. |
| ESCOLA INDÍGENA PITAGUARY | -3.8721 | -38.5802 | PACATUBA/MARACANAÚ | A Escola Indígena Pitaguary, na Aldeia Olho D’Água, oferece educação do Infantil ao Médio integrando saberes tradicionais e ensino formal. É fruto da luta do povo Pitaguary por uma formação culturalmente diferenciada. |
| CAMPO DE CONCENTRAÇÃO DE 1932 NO SÍTIO DO PATU | -5.5874386 | -39.3730901 | SENADOR POMPEU | O Campo de Concentração do Patu, em Senador Pompeu, recebeu retirantes da seca de 1932 em condições degradantes, resultando em milhares de mortes. Tombado em 2019, o local atualmente passa por restauração. |
| CENTRO DE DEFESA DE DIREITOS HUMANOS ANTÔNIO CONSELHEIRO | -5.5874386 | -39.3730901 | SENADOR POMPEU | O CDDH Antônio Conselheiro, sediado em Senador Pompeu, atua na promoção dos direitos humanos, participação social e ações socioambientais. Integrado à Rede de Equipamentos Culturais do Ceará, também é conhecido como Casa de Antônio Conselheiro. |
| CAMINHADA DAS ALMAS DA BARRAGEM | -5.5874386 | -39.3730901 | SENADOR POMPEU | A Caminhada da Seca, realizada há mais de quatro décadas em Senador Pompeu, homenageia as vítimas da seca de 1932. Todos os anos, fiéis seguem até o Cemitério da Barragem do Patu, onde foram enterrados retirantes dos campos de concentração. |
| HORTO MUSEU PADRE CÍCERO VIVO | -7.2153453 | -39.3153336 | JUAZEIRO DO NORTE | O Museu Vivo Padre Cícero, no Casarão do Horto em Juazeiro do Norte, preserva a memória do líder religioso com cenários, imagens e ex-votos. É um importante espaço de devoção e visitação no Brasil. |
| MUSEU CÍVICO PADRE CÍCERO | -7.2153453 | -39.3153336 | JUAZEIRO DO NORTE | O Museu Cívico Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, preserva objetos pessoais e memórias do líder religioso, incluindo móveis, fotos e ex-votos. Seu acervo reúne também peças históricas variadas, de moedas antigas a animais taxidermizados. |
| MEMORIAL PADRE CÍCERO | -7.2010873 | -39.320671 | JUAZEIRO DO NORTE | O Museu Cívico Padre Cícero, na Rua São José em Juazeiro do Norte, preserva a memória do sacerdote com objetos pessoais, fotos, ex-votos e artesanato. Também reúne peças históricas variadas, como moedas, fósseis, relíquias e animais taxidermizados. |
| IGREJA E CEMITÉRIO DO SOCORRO | -7.2153453 | -39.3153336 | JUAZEIRO DO NORTE | A Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Juazeiro do Norte, Ceará, é um importante local religioso, construída entre 1908 e 1909. Ela abriga o cemitério anexo, onde foi sepultado o Padre Cícero em seu altar-mor após sua morte em 1934. O local é um ponto turístico e de devoção religiosa na região. |
| SÍTIO CALDEIRÃO MEMORIAL E IGREJA | -7.2369112 | -39.4149236 | CRATO | O Sítio Caldeirão, no Crato, foi palco da comunidade autossustentável liderada pelo Beato José Lourenço, marcante pela organização coletiva e pela tragédia que encerrou a experiência entre 1926 e 1937. |
| ASSENTAMENTO MST “10 DE ABRIL” | -7.2369112 | -39.4149236 | CRATO | O Assentamento MST 10 de Abril, no Crato, nasceu da ocupação de um antigo latifúndio improdutivo e hoje reúne famílias em projetos produtivos, educação do campo e organização social pela reforma agrária. |
| 10º REGIÃO MILITAR | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A 10ª Região Militar, sediada na Fortaleza de Nossa Senhora da Assunção, integra a história política e militar do Ceará ao comandar tropas e ações do Exército nos estados do Ceará e Piauí. Atua desde o período republicano na defesa, logística e apoio institucional da região. |
| SECULTFOR – MEMORIAL DA RESISTÊNCIA | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O Memorial da Resistência preserva a memória da ditadura no Ceará, exibindo o acervo “Arquivo das Sombras” e antigas celas no prédio da Secultfor. As visitas são agendadas e ocorrem de segunda a sexta, das 14h às 17h. |
| 23º BATALHÃO DE CAÇADORES | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O 23º Batalhão de Caçadores, com mais de um século de história, atuou na 2ª Guerra Mundial, em missões de paz e ações sociais no Ceará. Conhecido como “Batalhão Marechal Castello Branco”, destaca-se pelo apoio comunitário e formação de oficiais da reserva. |
| MUSEU DO CEARÁ | -3.7264365 | -38.5265833 | FORTALEZA | O Museu do Ceará, criado em 1932 e instalado no histórico Palacete Senador Alencar, abriga mais de 13 mil peças que narram a formação social e cultural do estado. Suas exposições e ações educativas promovem reflexão crítica sobre a história cearense. |
| ACADEMIA CEARENSE DE LETRAS | -3.727339 | -38.5263124 | FORTALEZA | A entidade, fundada em 15 de agosto de 1894 antes mesmo da Academia Brasileira de Letras, dedica-se a preservar e promover a cultura, a literatura e a história do Ceará. Sua sede é o histórico Palácio da Luz, em Fortaleza, idealizado por nomes como Guilherme Studart, Thomaz Pompeu e Justiniano de Serpa. |
| IGREJA NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO | -4.0531489 | -39.4548321 | FORTALEZA | O Ceará abriga várias Igrejas do Rosário ligadas às irmandades de homens pretos, como a de Fortaleza (1730), a mais antiga da capital, a de Sobral (1767) e a de Aracati, todas marcadas pela devoção e resistência das comunidades negras. |
| PASSEIO PÚBLICO / PRAÇA DOS MÁRTIRES | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O Passeio Público, ou Praça dos Mártires, é a praça mais antiga de Fortaleza e um marco central da história cearense. Foi ali que líderes da Confederação do Equador foram fuzilados, tornando o local símbolo de luta e memória republicana. |
| PRAÇA DO FERREIRA | -3.7274401 | -38.5275686 | FORTALEZA | A praça, antes Largo das Teixeiras e Municipalidade Dom Pedro II, foi renomeada em 1871 para homenagear Antônio Rodrigues Ferreira. Tornou-se palco de marcos históricos, como a Padaria Espiritual, o Abrigo Central e a emblemática Coluna da Hora. |
| ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO CEARÁ | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O Arquivo Público do Ceará, criado em 1932, preserva documentos fundamentais da história do estado, como mapas, censos e processos oficiais. Instalado no histórico prédio Solados Fernandes Vieira, é referência em memória e pesquisa. |
| HISTÓRIA – UFC / QUADRA DO CEU | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O espaço do CEU e seu entorno integram a história do movimento estudantil da UFC, marcado por forte mobilização política entre 1956 e 1964 e por ações de resistência durante a ditadura, quando a universidade se tornou um importante foco de oposição. |
| RESTAURANTE UNIVERSITÁRIO – UFC | -3.7390226 | -38.5378099 | FORTALEZA | O Restaurante Universitário da UFC foi criado em 1956 como ação de assistência estudantil, oferecendo refeições acessíveis aos alunos. Sua trajetória acompanha a expansão da universidade e das políticas de apoio ao estudante. |
| REITORIA – UFC | -3.7414721 | -38.5386518 | FORTALEZA | A Reitoria da UFC, instalada em um palacete de 1918, simboliza a universidade criada e idealizada por Antônio Martins Filho em 1954. O espaço tornou-se centro decisório e marco do desenvolvimento científico, educacional e social do Ceará. |
| LICEU DO CEARÁ | -3.7243907 | -38.5411246 | FORTALEZA | O ChatGPT disse:O Liceu do Ceará, primeira escola pública do estado, reúne 180 anos de tradição e formação de gerações que marcaram a vida cultural e política do Ceará. É um símbolo histórico da educação cearense e de seus grandes nomes. |
| JUSTINIANO DE SERPA | -4.0366882 | -38.4996756 | FORTALEZA | O Colégio Justiniano de Serpa, inaugurado em 1923 no antigo prédio da Escola Normal do Estado, tornou-se referência na formação de professores e pioneiro no ensino em tempo integral, sendo hoje um marco histórico da educação cearense. |
| CH/UECE | -3.787157 | -38.5523209 | FORTALEZA | O CH/UECE é um centro essencial na pesquisa e ensino da história do Ceará, abordando desde o período colonial à atualidade. Forma gerações de historiadores e fortalece a compreensão da identidade e dos processos sociais do estado. |
| PRÉDIO IPHAN (ANTIGA ESCOLA DE ENFERMAGEM – UFC) | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O antigo prédio da Escola de Enfermagem da UFC, hoje sede do IPHAN no Ceará, é um marco da arquitetura modernista dos anos 1950 e parte da expansão histórica da universidade no campus do Benfica. |
| MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA / CENTRO DE PESQUISA E DOCUMENTAÇÃO PIRAMBU | -3.7126892041104376 | -38.551926877316674 | FORTALEZA | O CPDOC do Pirambu, criado em 1992 pelos próprios moradores, preserva a memória e as lutas sociais do bairro, marcado pela migração da seca de 1930 e pela formação da maior favela do Ceará. É um centro comunitário dedicado à história, identidade e resistência local. |
| COMISSÃO DE ANISTIA WANDA SIDOU | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A Comissão Especial de Anistia Wanda Sidou é um órgão estadual que analisa e repara casos de perseguição política durante a ditadura, homenageando a advogada cearense Wanda Sidou. Criada entre 1999 e 2002, atua na memória, justiça e reparação às vítimas. |
| MEMORIAL LEPROSARIA CANIFISTULA / CENTRO CONVIVÊNCIA ANTONIO DIOGO | -4.2243979 | -38.7278461 | REDENÇÃO | O Centro de Convivência Antônio Diogo, antes uma leprosaria fundada há mais de 95 anos para isolar pacientes com hanseníase, tornou-se hoje um espaço de cuidado, convivência e memória. Transformado pelo SUS, preserva sua história e acolhe moradores em um ambiente humanizado. |
| MUSEU SENZALA NEGRO LIBERTO | -4.2250148 | -38.7221016 | REDENÇÃO | O Museu Senzala Negro Liberto, em Redenção, preserva a memória da escravidão no Ceará no espaço onde a abolição ocorreu em 1883. Seu acervo senzala, casa grande e engenho mantém viva a história da liberdade e da resistência negra. |
| MONUMENTO NEGRA NUA | -4.2233713 | -38.7244422 | REDENÇÃO | O monumento na entrada de Redenção simboliza a libertação dos escravizados, celebrando a cidade que aboliu a escravidão cinco anos antes da Lei Áurea. A figura feminina representa a luta e a força da mulher negra associada à liberdade. |
| UNILAB | -4.2228599 | -38.7250198 | REDENÇÃO | A Unilab, criada em 2010 e instalada no Ceará em 2011, promove integração acadêmica entre o Brasil e países lusófonos. Seus principais campi, Liberdade, Auroras e Palmares, fazem do estado o centro da universidade. |
| SINDICATO DOS TRABALHADORES RURAIS DE CANINDÉ | -4.3547946 | -39.3108516 | CANINDÉ | O sindicato surgiu no contexto das mobilizações rurais do Nordeste (anos 1950–1980), defendendo direitos de trabalhadores do campo e a reforma agrária. Um marco dessa luta foi o conflito da Fazenda Japuara, onde famílias resistiram à expulsão e quatro camponeses foram mortos em 1971. |
| RUÍNAS DA FAZENDA JAPUARA POSTO DE SAÚDE ESCOLA LOCAL | -4.3547946 | -39.3108516 | CANINDÉ | As ruínas da Fazenda Japuara, em Canindé, simbolizam o conflito agrário de 1971, que resultou na primeira desapropriação para reforma agrária no Ceará. O local marca a luta dos camponeses por terra e justiça diante da violência imposta pelo novo proprietário. |
| CASA PAROQUIAL | -6.0031372 | -40.2947268 | TAUÁ | A Casa Paroquial de Tauá integra o conjunto histórico da Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, eixo fundador da cidade desde o século XVIII. Ligada à vida religiosa e comunitária, é parte do patrimônio cultural central de Tauá. |
| IGREJA DA MATRIZ NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO | -6.0031372 | -40.2947268 | TAUÁ | Erguida por volta de 1762, a Matriz do Rosário é o marco fundador de Tauá e um dos templos coloniais mais antigos do sertão cearense. Seu entorno deu origem ao município e conserva tradições religiosas ligadas às antigas irmandades do período colonial. |
| ACERVO PESSOAL FRANCISCA GONÇALVES | -6.0031372 | -40.2947268 | TAUÁ | |
| CAPELA PADRE ALFREDINHO DIREITOS HUMANOS BARRA DO VENTO | -6.0031372 | -40.2947268 | TAUÁ | A capela marca a atuação de Padre Alfredinho, missionário que viveu entre agricultores durante a ditadura e tornou o local um núcleo de defesa dos direitos humanos e das Comunidades Eclesiais de Base no sertão do Ceará. |
| IGREJA DA MATRIZ NOSSO SENHOR DO BONFIM | -5.1782451 | -40.6696545 | CRATEÚS | A Catedral de Crateús, dedicada ao Senhor do Bonfim, surgiu no século XIX como núcleo religioso que originou a cidade, tendo sua paróquia criada em 1832. Tornada Sé com a criação da diocese, é um dos marcos mais antigos da região e centro histórico da formação de Crateús. |
| IGREJA SÃO FRANCISCO – MEMORIAL ALFREDINHO | -5.1782451 | -40.6696545 | CRATEÚS | A Igreja São Francisco – Memorial Alfredinho, em Crateús, preserva a memória do missionário suíço Padre Alfredinho, figura marcante da Diocese por sua atuação junto aos pobres e defesa dos direitos humanos. O espaço se tornou símbolo de fé e resistência social na região. |
| ACERVO E BIBLIOTECA CÚRIA DIOCESANA | -5.1782451 | -40.6696545 | CRATEÚS | O acervo e a biblioteca da Cúria Diocesana de Crateús guardam documentos essenciais para a história religiosa e social do sertão, com registros da diocese desde 1963 e das ações comunitárias lideradas por Dom Fragoso durante a ditadura. É um patrimônio documental fundamental para pesquisas sobre a região. |
| CENTRO DE TREINAMENTO DOM FRAGOSO | -5.1782451 | -40.6696545 | CRATEÚS | O Centro de Treinamento Dom Fragoso homenageia o primeiro bispo de Crateús, Dom Antônio Batista Fragoso, líder decisivo na organização popular durante a ditadura. O espaço preserva seu legado de mobilização social, educação comunitária e defesa dos trabalhadores rurais no sertão cearense. |
| MUSEU PE GERALDINHO | -5.1782451 | -40.6696545 | CRATEÚS | O chamado “Museu Pe. Geraldinho”, citado localmente em Crateús, não possui registro oficial como museu histórico, mas pode se referir a um acervo particular ligado à memória religiosa da região. Crateús, por sua vez, tem trajetória marcada por mudanças territoriais desde o século XIX, sendo elevada a cidade em 1911 após sua transferência do Piauí para o Ceará em 1880. |
| INSTITUTO DIREITOS HUMANOS DOM FRAGOSO | -5.1782451 | -40.6696545 | CRATEÚS | |
| CASA FREI TITO DE ALENCAR | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A Casa Frei Tito de Alencar, tombada como patrimônio em Fortaleza, preserva a memória da resistência à ditadura militar e homenageia o frade perseguido pelo regime. O local simboliza a luta por democracia, verdade e justiça no Ceará. |
| TÚMULO FREI TITO DE ALENCAR | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O túmulo de Frei Tito de Alencar Lima, no Cemitério São João Batista em Fortaleza, guarda os restos mortais do frade dominicano torturado pela ditadura militar e morto no exílio em 1974. Trasladado ao Ceará em 1983, o local tornou-se um marco de memória e resistência democrática. |
| COMUNIDADE QUILOMBOLA DA SERRA DO EVARISTO | -4.3290203 | -38.8821055 | BATURITÉ | A Comunidade Quilombola da Serra do Evaristo, em Baturité, reúne heranças indígenas e africanas comprovadas por vestígios arqueológicos do século XIII. Mantém tradições como a Dança de São Gonçalo e fortalece sua identidade por meio de educação e de um ecomuseu comunitário. |
| OBELISCO DA LIBERDADE – 1933 | -4.2243979 | -38.7278461 | REDENÇÃO | O Obelisco da Liberdade, inaugurado em 1933 em Redenção, celebra os 50 anos da abolição local, feita em 1884, a primeira do Brasil. O monumento simboliza a memória abolicionista cearense e a identidade histórica da cidade pioneira na luta pela liberdade. |
| GABINETE DO PLEBEU | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O Plebeu Gabinete de Leitura é uma biblioteca social no centro de Fortaleza dedicada à preservação da memória e das lutas populares, com acervo de mais de 12 mil obras sobre história do Ceará, movimentos sociais e cultura política. Criado por Adelaide Gonçalves, tornou-se um importante espaço de pesquisa, debate e resistência intelectual. |
| FEDERAÇÃO DE ENTIDADES DE BAIRROS E FAVELAS DE FORTALEZA | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A FBFF, fundada em 1982, tornou-se uma das principais articuladoras das lutas urbanas em Fortaleza, organizando comunidades periféricas na defesa de moradia, direitos sociais e políticas públicas. Sua atuação marca a história dos movimentos populares da capital cearense. |
| ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO RODOLFO TEÓFILO | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A Associação de Moradores do Rodolfo Teófilo atua na defesa de direitos em um bairro que homenageia o sanitarista Rodolfo Teófilo, figura histórica no combate a epidemias no Ceará. O local preserva sua memória e sua importância para a saúde pública cearense. |
| INCRA | -3.7568644 | -38.5583875 | FORTALEZA | O INCRA, criado em 1970, atua no Ceará promovendo reforma agrária, regularização de terras e criação de assentamentos rurais. Ao longo de sua história, estruturou mais de 400 assentamentos e marcou episódios decisivos das lutas pela terra no estado. |
| COMUNIDADE SÃO MIGUEL | -3.7300563 | -38.6593082 | CAUCAIA | |
| ACERVO PESSOAL RAIMUNDO MOACIR DA COSTA | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | |
| BIBLIOTECA ESTADUAL DO CEARÁ | -3.7228493 | -38.5206381 | FORTALEZA | A Biblioteca Pública Estadual do Ceará, fundada em 1867, é um dos mais antigos e importantes equipamentos culturais do estado, reunindo mais de 100 mil volumes, incluindo obras raras. Após reformas, como a de 2021, funciona hoje como um centro de referência em leitura, memória e acesso à informação. |
| ENCETUR (ANTIGA CADEIA PÚBLICA) | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A EMCETUR funciona na antiga Cadeia Pública de Fortaleza, construída no século XIX e tombada como patrimônio, transformada em 1973 em um centro de turismo e artesanato. O prédio preserva suas celas originais, hoje adaptadas como espaços culturais e lojas de produtos típicos do Ceará. |
| IPPS | -3.9063117 | -38.387504 | AQUIRAZ | O IPPS (Instituto Penal Paulo Sarasate), inaugurado em 1970 em Aquiraz, foi o principal presídio de segurança máxima do Ceará, marcado por receber presos políticos durante a ditadura e por décadas de superlotação e violações. Desativado em 2013, tornou-se símbolo da memória sobre repressão e da luta pelos direitos humanos no estado. |
| CASA DOS HORRORES | -3.8922967 | -38.6835427 | MARANGUAPE | A “Casa dos Horrores”, em Itapebussu (Maranguape), foi um centro clandestino de tortura da ditadura militar no Ceará, onde opositores eram presos e violentamente interrogados. Hoje, o local é um símbolo da repressão política e da luta pela memória e pelos direitos humanos no estado. |
| DELEGACIA GERAL DA POLÍCIA CIVIL (ANTIGO DOPS) | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A DOPS do Ceará foi o principal órgão de repressão política da ditadura (1964–1985), responsável por vigiar, perseguir e torturar opositores do regime no estado. Extinta na redemocratização, seu acervo hoje integra iniciativas de memória que registram as violações cometidas. |
| FACULDADE DE DIREITO DA UFC | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | A Faculdade de Direito da UFC, fundada em 1903 como o primeiro curso superior do Ceará, foi o núcleo intelectual que deu origem à criação da Universidade Federal do Ceará em 1954. Seu legado marca mais de um século de influência na formação jurídica, política e cultural do estado. |
| DCE DA UFC NA PRAÇA DA BANDEIRA | -3.7304512 | -38.5217989 | FORTALEZA | O DCE da UFC tem sua história profundamente ligada à Praça da Bandeira, que se tornou um dos principais pontos de mobilização estudantil desde o século XX. Em frente à tradicional Faculdade de Direito, o local marcou assembleias, protestos e movimentos de resistência, especialmente durante a ditadura militar. |
| INSTITUTO HISTÓRICO DO CEARÁ | -3.7322725 | -38.53036 | FORTALEZA | O Instituto Histórico do Ceará foi um dos pilares na preservação da memória e da pesquisa histórica do estado, estreitamente ligado à criação do Museu do Ceará em 1932, primeira instituição museológica oficial do Ceará. É parte central da tradição intelectual cearense, ao lado da Academia Cearense de Letras, na documentação e valorização do patrimônio histórico e cultural do estado. |
| MEMORIAL BÁRBARA DE ALENCAR | -7.0750814 | -40.3830178 | CAMPOS SALES | O Memorial Bárbara de Alencar celebra a trajetória da primeira presa política do Brasil, líder da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador, cuja atuação no Crato marcou a história emancipacionista do Ceará. Ele preserva a memória de sua luta contra a dominação portuguesa e destaca o protagonismo feminino nas revoluções que moldaram o Brasil. |
| TÚMULO BÁRBARA DE ALENCAR | -7.0750814 | -40.3830178 | CAMPOS SALES | O túmulo de Bárbara de Alencar fica na comunidade de Itaguaí, no sul do Ceará, onde ela foi sepultada em 1832, na capela local. O local, preservado pela comunidade, mantém viva a memória da revolucionária que marcou a história do Brasil na luta pela liberdade. |
| CASA DE CARIDADE PADRE IBIAPINA | -7.2369112 | -39.4149236 | CRATO | As Casas de Caridade fundadas por Padre Ibiapina no Ceará foram espaços pioneiros de acolhimento e educação para mulheres vulneráveis no século XIX, oferecendo formação moral e profissional entre 1860 e 1883. Seu legado marcou a história social cearense, apesar do fechamento gradual das instituições após sua morte. |
| CÚRIA DIOCESANA DO CRATO | -7.2369112 | -39.4149236 | CRATO | A Cúria Diocesana do Crato é o órgão administrativo criado com a instalação da Diocese de Crato em 1914, responsável por organizar e sustentar a ação da Igreja Católica no Cariri. Ela nasce como marco da consolidação e expansão da estrutura eclesiástica na região, sob o episcopado inicial de Dom Quintino Rodrigues. |
| CENTRO DE CONVIVÊNCIA ANTÔNIO JUSTA | -3.8779438 | -38.6247697 | MARACANAÚ | O Centro de Convivência Antônio Diogo, antiga colônia de isolamento para pessoas com hanseníase, tornou-se um marco da história da saúde pública no Ceará por sua transformação de leprosaria em espaço de convivência e cuidados humanizados. Hoje, abriga moradores, preserva memórias e mantém um memorial dedicado à luta contra o estigma da doença. |
| ASSOCIAÇÃO MEMORIAL BEATO JOSÉ LOURENÇO | -7.2153453 | -39.3153336 | JUAZEIRO DO NORTE | A Associação Memorial Beato José Lourenço preserva a memória do Caldeirão, comunidade camponesa autossustentável liderada pelo beato e destruída violentamente pelo Estado em 1936. Ela mantém vivo esse legado de resistência, fé popular e luta social por meio de ações culturais e educativas. |